← Áreas de atuação

Menopausa: avaliação e acompanhamento

Os sintomas da menopausa têm tratamento, e a decisão sobre qual caminho seguir é individual. Existem opções hormonais e não hormonais, e a escolha depende dos seus sintomas, do seu histórico e dos seus riscos.

Dr. Pedro Antônio de Paula de Pauli · CRM/SP 254.273 · CRM/MT 18.470

Além dos fogachos e do sono, a transição costuma trazer mudança de composição corporal, com aumento da gordura abdominal mesmo sem grande variação de peso. Isso tem explicação fisiológica e entra na avaliação.

Quando procurar avaliação

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a conduta dependem da avaliação individual.

Como é o acompanhamento

O caminho é o mesmo para todas as áreas: entender a causa antes de definir a conduta, e ajustar o plano conforme o seu corpo responde.

  1. 01

    Primeiro contato

  2. 02

    Consulta por videochamada

  3. 03

    Protocolo individualizado

  4. 04

    Acompanhamento contínuo

Ver o plano de acompanhamento em detalhe →
Perguntas frequentes

Terapia hormonal na menopausa é segura?

Depende do caso, e a leitura mudou nos últimos anos. Para mulheres sintomáticas que iniciam o tratamento próximo à menopausa e não têm contraindicação, o balanço entre benefício e risco costuma ser favorável. A decisão é individual e exige avaliação de histórico pessoal e familiar.

Quem não pode usar hormônio tem alternativa?

Sim. Existem opções não hormonais com evidência para o controle dos fogachos, incluindo alternativas recentes com mecanismo específico sobre a via que gera o sintoma. A escolha depende do perfil de cada paciente.

Por que engordei na menopausa sem mudar nada?

A queda do estrogênio muda a distribuição da gordura, que passa a se concentrar na região abdominal. Some-se a isso a perda de massa muscular relacionada à idade, que reduz o gasto energético. O peso pode variar pouco enquanto a composição corporal muda bastante.

Preciso fazer exame hormonal para diagnosticar a menopausa?

Na maioria dos casos, não. Em mulheres acima de 45 anos com sintomas típicos e alteração do ciclo, o diagnóstico é clínico. Exames entram quando há dúvida diagnóstica, quadro atípico ou suspeita de outra causa.

Por quanto tempo dura o tratamento?

Não existe prazo fixo. A duração é reavaliada periodicamente, considerando persistência dos sintomas, benefício percebido e o perfil de risco naquele momento da vida.

Para se aprofundar

Quer avaliar o seu caso?

A consulta é online, por videochamada, com revisão da sua história clínica e dos seus exames.